Na casa do oleiro nenhum barro é inútil, mesmo os que estão sendo feitos, se por algum motivo ele se quebra, é novamente amassado e colocado em uma nova massa. O vaso pode partir no forno ou quando é utilizado, mas o oleiro nunca o abandona, fica a espera de uma oportunidade, e um dia o vaso partido é esmagado em pequenos fragmentos, num trabalho importante e muito cuidadoso e depois de esmagado o vaso passa por uma peneira dando resultado a uma espécie de farinha com partículas do mesmo tamanho e aproveitado em outra mistura de barro, que pode ser cozido várias vezes, ficando cada vez melhor. Só as cores podem incomodar a nova mistura, a não ser a cor do ouro, que se funde e se adapta ao novo trabalho... Do mesmo modo a obra feita por Deus fica , apesar dos desvios do homem. Mas os fragmentos que tem o carimbo do homem devem ser colocados de lado (da mesma maneira que os fragmentos de barro com o carimbo do oleiro é separado). Sem misericórdia, para que não importunem também o futuro. A cor do ouro puro, isto é, experiências, pensamentos vindos do coração de Deus servem na costrução de nossas vidas. Extraordinário como Deus tem tanto a dizer justamente aos "quebrados" , o livro de Isaías 61 diz que o Espírito de Deus está sobre mim, Ele me ungiu para pregar as boas novas aos mansos, enviou-me para para restaurar os contritos de coração. Ezequiel 34.16 diz, a perdida buscarei e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei. o barro tem memória, isso vou postar mais tarde.
(texto tirado do livro MOLDADOS POR DEUS, de RISTO SANTALA, que vale a pena ler...


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